terça-feira, agosto 01, 2006

"Não havia adoração pura"

Dos dias 27 a 30 de julho a cidade de Petrópolis sediou a 17ª edição do Louvor Profético, um encontro de adoradores de diversas partes do país que se reúnem anualmente para louvar ao Rei e compartilhar suas experiências em meio à adoração. Dentre os nomes que marcaram presença nas ministrações, estavam Nádia Santolli e o Ministério Unção Ágape. Junto ao público, recebendo do maná de Deus no Palácio Quitandinha, estava a diretora artística do Grupo MK de Comunicação, Marina de Oliveira. Na ocasião, ela foi convidada pelos pastores Asaph Borba, Ludmila Ferber e Sóstenes Mendes para subir ao palco e receber as boas-vindas da família Louvor Profético.
Ao final de uma das noites do encontro, Marina compartilhou sobre o momento especial pelo qual está passando sua vida e ministério e que, por isso, sentia-se maravilhada com tudo aquilo que Deus estava fazendo. “Eu estou passando por um momento muito especial, intenso, sobrenatural e, pra mim, Marina, preocupante. Porque quando você entende o seu posicionamento diante de Deus, você também entende a responsabilidade que tem diante do mundo. O cumprimento desse chamado em minha vida tem tido para mim um peso espiritual muito grande. Eu canto desde 1986, mas descobri, recentemente, que eu não adorava, e todos os papéis estavam invertidos. Eu ficava no púlpito, a igreja era o teatro e Deus era uma pessoa que eu amava muito, todo o meu louvor era pra Ele, mas embora a intenção do meu coração fosse verdadeira, não havia uma adoração pura”, explica Marina de Oliveira.

Uma das coisas que mais tem preocupado o coração da cantora é a insegurança, pois deseja ministrar o louvor de fato, e não simplesmente cantá-lo. Marina de Oliveira está se preparando para gravar um CD e DVD no próximo dia 22 e, à medida que essa data se aproxima, mais o seu coração é tomado por esse medo. “Quando mais perto estou da gravação onde terei de ministrar, mais apavorada fico, porque não sei como fazê-lo. A partir dessa constatação, percebi que precisava me aproximar das pessoas que ministram e buscar ter mais intimidade com Deus. Eu me lembro da Ana Paula falando comigo lá no congresso do Diante do Trono, no início do ano, dizendo que no dia em que eu me posicionasse diante de Deus, como serva e adoradora, eu seria honrada por Deus. E assim, eu entendi a literalidade da frase dela, mas não a intensidade do que ela disse. Eu experimentei isso aqui, no Louvor Profético”, revelou.

Na penúltima noite da programação, Deus tocou o coração de Marina de Oliveira sobre o que ela deveria ministrar, e essa manifestação do Senhor fez seu coração se acalmar quanto à gravação do dia 22 deste mês. “Eu percebo que há hoje uma preocupação nas pessoas em relação ao ‘ser um adorador’, como se isto se assemelhasse à participação em um clube ou associação, e por isso cheguei a pensar que eles formavam uma ‘panelinha’. O que eu constatei nesses dias é que não existe uma ‘panelinha’, e sim um ‘panelão’, onde esses adoradores desejam que todos estejam. Num primeiro momento, assim como eu disse no congresso do Diante do Trono, eu queria imitá-los, sim, porque quando presenciamos uma manifestação tão forte da presença de Deus como aquela, desejamos isso pra nós também”, assegura.

Marina foi realmente tranqüilizada pelo mover do Senhor durante o congresso. Segundo o que relatou, não existe uma receita para a adoração. “O que o Senhor falou ao meu coração é que a unção gera uma nova identidade. Sendo assim, todos são adoradores com a sua própria identidade. O que isso quer dizer é que esses abençoados, rotulados como “adoradores”, têm sido copiados por outras pessoas que acreditam estar se adequando a uma moda. Mas este modismo fracassa porque não existe uma receita para esta adoração, e sim uma identidade. Mas o que mais me trouxe paz ao coração é que se nós somos irmãos de Cristo, o primogênito da criação, e se em nosso dia-a-dia precisamos viver o Seu caráter, isso significa que, à medida que nos aproximamos do Pai, nos assemelhamos a Jesus; logo, nossa adoração se torna parecida. Por isso, esse mover profético, que por alguns é chamado de “o louvor dos adoradores”, é tão parecido onde quer que seja ministrado, seja aqui ou no Japão, no Xingu, não importa, porque é aquilo que o Pai sopra sobre todos os seus filhos”, completa.
Fonte: Grupo MK de Comunicação

1 Comments:

Anonymous Lara Regis said...

Glórias a Deus por tudo isso!!

7:32 da tarde  

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